No dia 18/07/2018, o programa Profissão Repórter exibiu um episódio cuja pauta era "fake news". O programa entrevistou donos de sites e blogs de notícia independentes, entre eles Carlos Afonso, que administrava o site Ceticismo Político sob o pseudônimo Luciano Ayan.
Ayan teve seu perfil no Facebook deletado ao mesmo tempo em que foi alçado a símbolo das Fake News de internet por ter publicado um texto que reproduzia e comentava os efeitos das declarações de uma magistrada sobre a vereadora Marielle Franco, assassinada junto com seu motorista no Rio de Janeiro.
A desembargadora Marília Castro Neves afirmou, sem nenhuma prova, que a vereadora "estava engajada com bandidos" e que "não era apenas uma lutadora". Diante da repercussão, Marília Castro apagou a publicação e disse ter se limitado a expor sua opinião como cidadã, com base no texto de uma amiga.
A declaração da desembargadora, que foi publicada em um primeiro momento pela jornalista da Folha, Mônica Bergamo, foi usada pela imprensa e grupos de pressão como símbolo da propagação de Fake News, dando impulso a utilização de "fact checkers" pelo Facebook e Twitter, para impedir a divulgação de notícias falsas. Coincidência ou não, os tais checadores de fatos profissionais eram todos ligados a própria imprensa e a movimentos internacionais de esquerda.
A gravação foi feita por Afonso/Ayan durante entrevista concedida ao Profissão Repórter. Justamente o trecho no qual o entrevistado compara sua atuação com a da imprensa — além de mencionar diversos casos de notícias falsas promovidas pela grande mídia — foi editado e cortado pela Globo.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
-
A vergonha foi transmitida pela Band News.
-
Ao comentar a constrangedora campanha do canal Terça Livre, que tentava emplacar o colaborador Italo Marsili como ministro da Saúde, a ...
-
O delator Benedicto Júnior, ex-presidente da Odebrecht, entregou a investigadores da Lava Jato uma planilha que mostra repasse ilegal de R$ ...
No comments:
Post a Comment