Tuesday, February 19, 2019

Patrícia Lelis afirma que a facada sofrida por Bolsonaro foi orquestrada para encobrir um câncer

Patrícia, que segundo laudo psicológico da Polícia Civil de São Paulo, é mitomaníaca, ou seja, mente compulsivamente, afirmou em uma série de tuítes que o presidente Jair Bolsonaro ficou internado no hospital Albert Einstein para tratar um câncer.
“Uma informação de uma pessoa de dentro do Hospital Albert Einstein afirma com toda certeza que a cirurgia de Bolsonaro não foi sobre a facada mas sim sobre um câncer no estômago. E que ele assumiu o risco de operar gripado e foi alertado que poderia virar pneumonia.
O mais intrigante disso, segundo informações é que os funcionários que trabalham na ala onde está Jair são impossibilitados de entrar com celulares para que não ocorra nenhum registro”

Lelis não fornece nenhuma prova ou indício para sustentar suas afirmações, e todos os boletins médicos divulgados desmentem a jornalista.

O caso de Patricia Lelis é similar ao do ator da Globo, José de Abreu, que pouco antes havia afirmado que o atentado contra a vida do então candidato não passou de uma armação conduzida pelo Mossad, o serviço secreto israelense, em conluio com o hospital Albert Einstein, fundado pela comunidade judaica de São Paulo.



A teoria conspiratória com forte ranço anti-semita rendeu ao ator um processo por parte do hospital.

O ator, para se defender das acusações de anti-semitismo, alega ter se convertido ao judaísmo em 1974. A conversão, motivada pelo casamento com Nara Keiserman, não foi realizada de acordo com preceitos judaicos, e portanto não é reconhecida como válida pelos rabinatos ortodoxos. José de Abreu não mantém um estilo de vida judaico e tampouco segue a religião.
O alegado judaísmo não passa de uma defesa conveniente contra seus constantes ataques contra judeus e Israel.

No comments:

Post a Comment