Saturday, February 2, 2019

Julio Mosquera copia entrada da Wikipedia e repete propaganda palestina desmascarada pelos próprios palestinos

No dia 11/01/2014, o Jornal Nacional transmitiu uma matéria feita pelo jornalista Julio Mosquera que se limita a traduzir, palavra por palavra, um entrada em inglês da Wikipedia que culpa uma visita de Ariel Sharon pela Segunda Intifada.

O problema?
1 - De acordo com Immad Falluji, um dos ministros da Autoridade Palestina na época, Arafat já havia planejado a intifada muito antes da visita. O discurso de Falluji, diante de milhares de pessoas e televisionado pelo canal oficial da Autoridade Palestina, foi feito no dia 5 de dezembro de 2000;

2 - Suha, esposa de Yasser Arafat, também declarou em entrevista que o marido tinha planejado a intifada muito antes da visita. De acordo com ela, Arafat chegou até a ordenar que ela e a filha do casal deixassem os territórios antes do início dos ataques. A entrevista com Suha Arafat foi ao ar no dia 12 de novembro de 2011.

Apesar disso, Julio Mosquera e o Jornal Nacional levaram ao ar uma informação sabidamente falsa publicada na Wikipedia, que já havia sido desmascarada publicamente até por líderes palestinos quase 14 anos antes.

Julio Mosquera e Jornal Nacional distorcem e omitem fatos para defender o Estatuto do Desarmamento

No dia 13/05/2015 o Jornal Nacional levou ao ar uma matéria do jornalista Julio Mosquera que é um emblema da militância travestida de jornalismo.

O telejornal omitiu e distorceu fatos ao falar sobre um projeto de lei que previa alterações no Estatuto do Desarmamento. A reportagem ignorou fatos inconvenientes para os defensores do desarmamento, como o brutal aumento dos assassinatos e crimes com armas de fogo desde a sua implementação, deu um espaço mínimo (25 segundos) para um único crítico do Estatuto, enquanto trouxe numerosas vozes para defendê-lo (totalizando 3 minutos), sem contestar nenhuma de suas idéas - que vão de encontro a realidade e a inúmeras pesquisas sobre o assunto.

Para piorar, o Jornal Nacional exibiu informações sabidamente falsas.



Rogério Peninha Mendonça, autor do projeto, disse ter enviado ao programa um pedido para que a TV Globo se retratasse e publicasse as informações corretas sobre o projeto de sua autoria, o que não aconteceu.



Fontes
UNESCO - http://www.unesco.org/new/en/brasilia/about-this-office/single-view/news/map_of_violence_examines_deaths_by_firearms_in_brazil_from_1/
Infoplease - https://www.infoplease.com/us/mortality/deaths-firearms-1979-2010
Veja - https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/jornal-nacional-mentiu-sobre-projeto-de-mudanca-do-estatuto-do-desarmamento-e-autor-exige-retratacao-que-nao-veio/
The Blaze - https://www.theblaze.com/stories/2013/03/19/how-many-people-own-guns-in-america-and-is-gun-ownership-actually-declining/


Disputa pela presidência do senado: Carlos Andreazza erra mais uma e explica como o erro prova que ele estava certo

Dia 31/01/2019 



Dia 02/02/2019
Davi Alcolumbre, candidato de Onyx, vence a disputa no primeiro turno com 42 votos e se torna o novo presidente do Senado.

Para aumentar a vergonha, que já não era pouca, Andreazza postou no Twitter:


Ou seja: acertei, pois aconteceu o oposto do que previ e o perdedor (Renan Calheiros), que eu considerava virtualmente eleito, saiu esperneando quando viu que não tinha a mínima chance.

Resumindo o ponto de Andreazza: "A vitória do Renan será muito ruim para o governo Bolsonaro. A derrota também".

É um verdadeiro mestre da análise.



Friday, February 1, 2019

MEC e Ancelmo Gois: mentiras e meias-verdades

Na coluna "Sob a aba de Vélez Rodríguez, Ines tira do ar vídeos sobre Marx, Engels e Nietzche", publicada no jornal O Globo em 29/01/2019, o jornalista Ancelmo Gois acusou o Ministério da Educação de censura, ao retirar do site vídeos de ideólogos e filósofos, boa parte considerada de esquerda.

Entre os vídeos estariam materiais que falavam sobre Karl Marx, Friedrich Engels, Marilena Chauí, Antonio Gramsci e Friedrich Nietzche.

Em nota, o MEC negou o ocorrido e afirmou que "a apuração preliminar já identificou, entretanto que os vídeos foram retirados em abril e em novembro de 2018. O que demonstra que a nota publicada na coluna do Ancelmo Gois, no jornal O Globo do dia 29 de janeiro de 2019, é tanto falsa quanto maldosa, ao atribuir a responsabilidade ao ministro da Educação, professor Ricardo Vélez Rodríguez, que só assumiu o ministério, em janeiro deste ano".



O problema para o MEC é que Ancelmo Gois tinha provas do contrário.
A resposta veio na coluna do jornalista, através de Tiago Rogero, que afirmou:
"Os vídeos ainda estavam no ar no mínimo até 2 de janeiro deste ano [...] o que a coluna fez foi consultar o cache do Google. É um tipo de "histórico" onde é possível ver versões anteriores de uma página. 
Em 2 de janeiro, ainda estava no ar o vídeo sobre Marx e, em 1 de janeiro, ainda constava o de Nietzche."

Embora seja verdade que os videos de Marx e Nietzche ainda estavam publicados nas datas fornecidas por Tiago, fica claro que "a coluna" — tanto Ancelmo Gois quanto Tiago Rogero — age de má-fé, pois omite propositalmente o fato de outros dos vídeos mencionados por Gois terem realmente sido apagados antes da posse do novo governo, o que indica que a questão pode não ser ideológica ou que, caso realmente seja, pode estar sob comando de outra pessoa que precede o novo governo.

Um exemplo é o material sobre a professora de filosofia e militante petista Marilena Chauí, que sumiu do site em 27 de novembro de 2018, como o mesmo cache do Google que a coluna consultou comprova:



A pergunta que fica é: por que tanto o MEC quanto Ancelmo Gois e Tiago Rogero apelaram para mentiras e meias verdades?  

E por que a Revista Forum e o Diário do Centro do Mundo (DCM) publicaram a versão de Tiago e Ancelmo, corroborando a tese de "censura", sem antes confirmar os fatos e notar que os jornalistas também entregavam uma versão parcial da história?


Brizola x Globo: Emissora é forçada pela Justiça a ler direito de resposta durante o Jornal Nacional



Em 6 de fevereiro de 1992, o Jornal Nacional trouxe trechos do editorial intitulado “Para entender a fúria de Brizola”, que viria a ser  publicado no dia seguinte pelo jornal O Globo.

O jornal apelou a ataques e ofensas pessoais contra o então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, que pedira ao prefeito da cidade, Marcello Alencar, que suspendesse a concessão de exclusividade à TV Globo para a transmissão dos desfiles do Carnaval da cidade.

Após mais de dois anos, Brizola ganhou na Justiça o tão almejado direito de resposta de três minutos no Jornal Nacional, da TV Globo, no qual anos antes ele havia sido atacado e chamado de senil.

A leitura do texto de Brizola por Cid Moreira representou um momento inédito da garantia dos direitos individuais contra o poder quase ilimitado dos meios de comunicação, especialmente o das Organizações Globo.

, no Consultor Jurídico:
O famoso direito de resposta foi exercido no dia 15 de março de 1994. Logo após a leitura da resposta de Brizola por Cid Moreira, foi exibida uma reportagem sobre o crescimento do número de sequestros no Rio de Janeiro.
Na época, em entrevista à Folha de S. Paulo, o então presidente das Organizações Globo, Roberto Marinho, que já morreu, negou que a reportagem que se seguiu ao texto de Brizola tenha sido “um revide”. Mas considerou “uma calamidade a Rede Globo ser obrigada a levar ao ar direitos de resposta a cada reportagem sobre Brizola”. E disse mais: “O direito de resposta teve o tom de Brizola”.

Arthur Lavigne, advogado de Brizola, só teve motivos para comemorar com o direito de resposta que entrou para a história do direito e da televisão brasileira. Em entrevista à revista Consultor Jurídico, em 2008, ele lembrou a batalha de dois anos. “A questão tinha surgido, porque o Brizola teria dito que ia conversar com o prefeito para que o jornal O Globo não filmasse as escolas de samba. Era algo de pouca importância. Mas o jornal reagiu violentamente com um editorial que chamava o governador de louco e descontrolado”.

Lavigne avalia que a resposta, embora tenha sido fora do contexto, já que veiculada dois anos depois da notícia, teve efeito. “Não pelo fato em si, mas pelas pessoas que ficaram em uma posição difícil como, por exemplo, o repórter da Globo, ao ler uma carta fortíssima do Brizola”. “Foi um momento muito bonito da democracia brasileira os tribunais determinarem a resposta no momento em que se via a Globo como a senhora toda poderosa”, emendou.

O texto não sofreu cortes. Na voz de Cid Moreira, Brizola chamou Roberto Marinho de difamador. Disse que não reconhecia a emissora como “autoridade em matéria de liberdade de imprensa”. E que “tudo na Globo é tendencioso e manipulado”.

Foi em 1988 que a liberdade de expressão passou a ter novos limites no Brasil. Mas foram necessários ao menos cinco anos para que as novas regras entrassem em vigor, de fato, e a interpretação fosse absorvida. Os números de processos por dano moral mostram esse cenário. Em 1993, o Superior Tribunal de Justiça apreciou ao longo do ano, 28 casos – dois por mês. Em 2000, já eram 1.215 recursos – 101 por mês.

A íntegra do direito de resposta de Leonel Brizola no Jornal Nacional, da TV Globo.
"Em cumprimento à sentença do juiz de Direito da 18ª Vara Criminal da Cidade do Rio de Janeiro, em ação de direito de resposta, movida contra a TV Globo, passamos a transmitir a nota de resposta do sr. Leonel de Moura Brizola.
'Todos sabem que eu, Leonel Brizola, só posso ocupar espaço na Globo quando amparado pela Justiça. Aqui cita o meu nome para ser intrigado, desmerecido e achincalhado perante o povo brasileiro. Quinta-feira, neste mesmo Jornal Nacional, a pretexto de citar editorial de 'O Globo', fui acusado na minha honra e, pior, apontado como alguém de mente senil. Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que o meu difamador Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é esse o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que os use para si. Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos, que dominou o nosso país.

Todos sabem que critico há muito tempo a TV Globo, seu poder imperial e suas manipulações. Mas a ira da Globo, que se manifestou na quinta-feira, não tem nenhuma relação com posições éticas ou de princípios. É apenas o temor de perder o negócio bilionário, que para ela representa a transmissão do Carnaval. Dinheiro, acima de tudo.

Em 83, quando construí a passarela, a Globo sabotou, boicotou, não quis transmitir e tentou inviabilizar de todas as formas o ponto alto do Carnaval carioca. Também aí não tem autoridade moral para questionar. E mais, reagi contra a Globo em defesa do Estado do Rio de Janeiro que por duas vezes, contra a vontade da Globo, elegeu-me como seu representante maior.
E isso é que não perdoarão nunca. Até mesmo a pesquisa mostrada na quinta-feira revela como tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Ninguém questiona o direito da Globo mostrar os problemas da cidade. Seria antes um dever para qualquer órgão de imprensa, dever que a Globo jamais cumpriu quando se encontravam no Palácio Guanabara governantes de sua predileção.

Quando ela diz que denuncia os maus administradores deveria dizer, sim, que ataca e tenta desmoralizar os homens públicos que não se vergam diante do seu poder.
Se eu tivesse as pretensões eleitoreiras, de que tentam me acusar, não estaria aqui lutando contra um gigante como a Rede Globo.

Faço-o porque não cheguei aos 70 anos de idade para ser um acomodado. Quando me insulta por nossas relações de cooperação administrativa com o governo federal, a Globo remorde-se de inveja e rancor e só vê nisso bajulação e servilismo. É compreensível, quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma.

Que o povo brasileiro faça o seu julgamento e na sua consciência límpida e honrada separe os que são dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros.'
Assina Leonel Brizola." 



Leonardo Boff escreve tuíte xenófobo contra Ministro da Educação, que responde com ironia; Vera Magalhães omite ação de Boff e noticia como se o ministro o tivesse atacado

Leonardo Boff escreve um tuíte xenófobo contra o Ministro da Educação mandando-o voltar para a Colômbia, que responde ironicamente mandando Boff voltar para a Coréia do Norte.

Como Vera Magalhães noticia o ocorrido?  Com a manchete "Vélez manda Boff para Coreia do Norte".


A mensagem de Boff foi motivada por uma nota do MEC que contesta a publicação de notícia falsa por Ancelmo Gois e menciona, com correção, a ligação entre o jornalista e a KGB.

Leandro Santigo, da TV Anhanguera/Globo, ataca e ofende usuários no Twitter

Leandro Santiago Garcia, que trabalha na TV Anhanguera, afiliada da Globo no Tocantins, ataca e ofende usuários no Twitter.

O jornalista é editor-chefe do Globo Esporte local e apresenta o telejornal Bom Dia Tocantins.


Ao ter sua atitude condenada, o jornalista continuou atacando quem quer que o contestasse.


A certa altura, Leandro até recebeu aulas de português, russo e boas maneiras