O jornalista que pensa que a Lua é um planeta e que acredita em prêmio dado por perfil paródia no Twitter obviamente cairia -- como caiu! -- numa montagem muito mal feita dessas. Não dá pra esperar mais.
Pobres mulheres. Além de expostas pelo "jornalista" defendendo pautas que nunca apoiaram, ainda tiveram seus dedos cortados...
Versão não adulterada:
Monday, May 27, 2019
Friday, May 24, 2019
Diogo Mainardi e Antagonista enganam leitores ao publicar foto de Sergio Moro com declaração de outra pessoa, para desgastar a imagem de Bolsonaro
Foto do Moro com frase entre aspas. Mas quem disse a frase? Major Olimpio. Em qual contexto? De uma live (transmissão pela internet) que ele, Major, declara não ter visto.
Jornalismo.
Jornalismo.
Thursday, May 16, 2019
Marina Dias, da Folha, repete fakenews sobre cortes na educação
Marina Dias, que é filha do ex-Secretário Nacional do PT e afilhada do ex-ministro de Comunicações da Dilma Rousseff, Edinho Silva, aproveitou uma viagem de Bolsonaro ao Texas para perguntar sobre cortes na educação. Fake News.
O que aconteceu de fato foi um contingenciamento (congelamento) de recursos para várias áreas – como quase todo governo faz em início de gestão. Os governos Lula e Dilma também contingenciaram verbas da educação, fato que não foi descrito por jornalistas como "corte" de verbas.
O que aconteceu de fato foi um contingenciamento (congelamento) de recursos para várias áreas – como quase todo governo faz em início de gestão. Os governos Lula e Dilma também contingenciaram verbas da educação, fato que não foi descrito por jornalistas como "corte" de verbas.
Rachel Sheherazade e sua mudança radical de opiniões; a jornalista não tem princípios que a norteiam, seus posicionamentos dependem de quem está no poder e de com quem ela dorme
A radical mudança de Rachel Sheherazade já foi bem documentada [1], assim como a aparente relação com o posicionamento político dos homens que namora.
Mais um exemplo, agora sobre o desarmamento:
Mais um exemplo, agora sobre o desarmamento:
Olavo de Carvalho e ataques coordenados da Isto É, Veja e Crusoé: uma análise pela esquerda
Gustavo Bertoche, no Café Brasil
Amigos, as revistas Veja e Isto É decidiram atacar o escritor Olavo de Carvalho nas matérias centrais das suas edições da semana.
A que se deve esse ataque, orquestrado pelas duas maiores revistas semanais do Brasil, a um homem que simplesmente escreve, sozinho, fora do país? Evidentemente, esse ataque foi planejado por grupos políticos com o interesse em construir uma narrativa de acordo com a qual o Olavo de Carvalho seria um dos “pilares” do governo Bolsonaro. Constrói-se essa narrativa para depois desconstrui-la e, assim, se obter alguma vantagem estratégica na disputa (que não se encerrou em outubro) pelo controle, soft ou hard, da presidência.
(Deveria ser desnecessário dizer que essa narrativa, engolida por muitos, é absolutamente fantasiosa. Como um escritor solitário, que vive com sua família numa casa no interior de outro país, poderia ser “uma coluna de sustentação” da presidência do Brasil?)
* * *
Esse ataque absolutamente desproporcional a um escritor, com o propósito de obtenção de vantagens estratégicas por um grupo político, me causa indignação. Fosse o alvo Marilena Chauí, fosse João Quartim de Moraes, a indignação seria a mesma. A minha razão não segue partidos.
Por isso, faço aqui a defesa de um escritor solitário contra o sistema político-midiático.
* * *
A minha razão não segue partidos. Mas há algo que se exclui do meu horizonte de possibilidades políticas: não posso ser considerado um homem “de direita”. Estudo a obra do Karl Marx, partilho de boa parte das posições sobre a sociedade e a cultura defendidas por Adorno e Horkheimer, estou convencido que sob a teatralidade pop do Žižek há, sim, um hegelianismo “de esquerda” up to date (o que fica evidente em sua opus magna: “A visão em paralaxe”). Julgo o liberalismo econômico (e a sua metafísica que atribui um status ontológico substancialista a relações abstratas) algo muito estúpido do ponto de vista filosófico. Considero que o golpe de 64 foi uma tragédia para o nosso país sob qualquer perspectiva: intelectual, cultural, política, econômica. Sempre deixo claras as minhas amplas críticas e discordâncias ao modo como o governo atual (no que, aliás, segue os anteriores) lida com o problema da educacão: o governo não tem a mínima idéia do que seria necessário fazer, e faz precisamente o contrário do que deu certo nos países que consertaram sistemas educacionais falidos. Em suma: não apóio o atual governo, nem pertenço a nenhuma “direita”.
Todavia, não escolho as minhas leituras por afinidade política. Escolho-as por interesse intelectual.
* * *
Por esse motivo, li, desde os anos 90, alguns livros do Olavo de Carvalho: “O imbecil coletivo”, “O jardim das aflições”, “A nova era e a revolução cultural”, “Aristóteles em nova perspectiva”, o livro sobre Descartes, o sobre Maquiavel. Não me interessam as polêmicas, os tuítes e os xingamentos – justos ou injustos. Não assisti a muitos vídeos seus do Youtube. Tampouco li o famoso “Mínimo”.
Fui apresentado ao texto do Olavo em meados dos anos 90 – com a polêmica do “Imbecil Coletivo”. Meu saudoso avô Adolpho comprou o livro e eu, adolescente, o li. Achei divertidíssimo na época. Contudo, não sei se as referências e as gozações seriam compreendidas por inteiro pelos leitores de hoje.
Depois, li “O jardim das aflições”. Um texto surpreendentemente diferente. Eu havia assistido, em vídeo, a todas as conferências do José Américo Pessanha sobre Epicuro no MASP, justamente aquelas às quais o Olavo se refere no livro. A minha orientadora da iniciação científica ao doutorado fôra, por sua vez, orientanda do José Américo. As conferências são realmente apaixonantes (no sentido de dispor o espírito num certo pathos, para o bem e para o mal), e o livro do Olavo, ao apontar que elas constituem um sintoma de um movimento histórico-cultural muitíssimo mais amplo, é brilhante. É possível se educar com as conferências do José Américo e com a crítica do Olavo? Claro que sim. Isto é a dialética da inteligência.
Li “A nova era e a revolução cultural” no contexto de meus estudos na graduação de filosofia. Eu já conhecia bem – talvez bem demais… – os livros de popularização pseudo-científico-esotérica do Fritjop Capra. Havia lido recentemente o míssil Sokal-Bricmont, no contexto das Science Wars, que constituem o pano de fundo de uma das discussões do livro do Olavo. “A nova era…” foi um livro de guerra, uma tomada de posição clara – talvez para se distanciar, por meio da denúncia do movimento “new age”, de qualquer compromisso com idéias porventura defendidas em seu passado de astrólogo (a respeito do qual, por sinal, nada sei).
Os pequenos livros sobre Aristóteles, Maquiavel e Descartes, por sua vez, são interpretações (e julgamentos) originais: são textos evidentemente escritos por um professor de filosofia – e trazem o frescor dos ares de fora da Academia, sem a busca pela análise conceitual pasteurizada. (A pasteurização do leite mata micróbios, mas também impede que dele se faça um bom queijo). Esses três pequenos livros, sozinhos, já lhe justificariam o título de professor de filosofia – ou de filósofo.
* * *
Talvez um dos trabalhos de maior importância do Olavo para a cultura brasileira tenha sido a apresentação aos estudantes brasileiros – e o encorajamento da tradução e da publicação – de filósofos e escritores que raramente eram lidos por aqui: Bernard Lonergan, Leo Strauss, George Bernanos, René Girard, Louis Lavelle, Eric Voegelin e tantos outros. E a reabilitação do Mário Ferreira dos Santos. Se fosse somente por isso, o Olavo já seria incontornável para a compreensão da inteligência brasileira dos últimos 20 anos.
Não é preciso ser “de direita” para reconhecer o valor do Olavo na nossa cultura após a virada do século. Basta seguir o princípio da honestidade intelectual – que é o princípio fundamental dos amantes da sabedoria.
* * *
O trabalho de um escritor é muito menos importante, para a ordem do dia, do que as questões políticas e econômicas. Mas é muito mais duradouro. Daqui a dezenas ou centenas de anos, quando a família Bolsonaro for somente uma lembrança curiosa nos livros de história, quando as revistas Veja e Isto É perfilarem-se junto à Cruzeiro e à Manchete, os livros escritos e indicados pelo Olavo de Carvalho ainda serão lidos – como serão lidos os livros da Marilena Chauí e do João Quartim de Moraes.
Amigos, compreende-se que os políticos sejam atacados por seus adversários e pelas publicações amigas de seus adversários. Mas atacar um escritor – qualquer que seja a sua posição política – para atingir, indiretamente, um objetivo político do momento é insultar todos os escritores e intelectuais. É insultar o que resta da inteligência brasileira – essa desconhecida das redações, onde foi há tempos substituída pelos trends da semana.
Por isso, defendo o Olavo de Carvalho – o escritor e a obra -, como defenderia qualquer intelectual, de qualquer campo, que fosse atacado por razões evidentemente políticas. Amigos, a defesa de um escritor agredido politicamente é um dever moral. Ainda que tenhamos – e talvez principalmente se tivermos – discordâncias políticas. Afinal, a inteligência não pode ter partido.
Em tempos de manifestações por financiamento para educação universitária, o real problema, a falência do ensino básico, pode ser medido pelo português de "O Antagonista"
Como se não bastasse noticiar uma piadinha tosca com grande estardalhaço, o site e seus jornalistas também escorregam no português e trocam 'ascendência' por 'descendência'.
Wednesday, May 15, 2019
Vera Magalhães, Andreazza e a vassalagem da Jovem Pan ao tratar com Rodrigo Maia e políticos do "centrão"
Não é de hoje que a vassalagem da imprensa brasileira dá segurança para autoridades envolvidas nos maiores escandalos de corrupção continuarem no poder. Não fosse por essa lambeção de botas, por essa defesa desavergonhada do que há de pior em benefício próprio ou em nome de ideologia, esse tipo de político nem concorreria a cargos públicos e renunciaria assim que surgisse a menor suspeita de ilicitudes.
Grande exemplo disso é a rádio Jovem Pan, com a bancada do 3 em 1. Carlos Andreazza e Vera Magalhães agem como assessores de imprensa de Rodrigo Maia sem o menor pudor.
Vera Magalhães, que não é só mais um rostinho bonito, disse que os bolsonaristas voltaram a "mirar" em Rodrigo Maia para tirar o foco de notícias requentadas contra Flávio Bolsonaro e Queiroz, seu ex-assessor.
O fato de Rodrigo Maia, também conhecido como Nhonho, ter aparecido como recebedor de propinas em mais uma delação (aparecia como "Botafogo" nas planilhas da Odebrecht e agora foi acusado pelo dono da companhia aérea Gol) não importa para a comentarista. Acho que como modelo Vera teria mais sucesso do que no jornalismo...
Ainda que estivesse correta a ridícula tese de que as críticas contra Maia foram motivadas por uma tentativa de tirar o foco de Flávio, alvo de acusações requentadas e já exploradas por meses, a questão com Rodrigo Maia é muito mais séria. O presidente da Camara é acusado de VENDER LEGISLAÇÕES. O deputado está sendo acusado de fraudar a democracia por dinheiro.
Andreazza, que recebeu Maia para uma "entrevista", não fez uma única pergunta sobre as muitas acusações que pesam sobre o político, dando a ele microfone aberto para propagar sua narrativa e atacar o governo sem contraponto, assim como seus colegas de Jovem Pan, Felipe Moura Brasil e Augusto Nunes, haviam feito alguns meses antes, com Gustavo Bebianno.
Grande exemplo disso é a rádio Jovem Pan, com a bancada do 3 em 1. Carlos Andreazza e Vera Magalhães agem como assessores de imprensa de Rodrigo Maia sem o menor pudor.
Vera Magalhães, que não é só mais um rostinho bonito, disse que os bolsonaristas voltaram a "mirar" em Rodrigo Maia para tirar o foco de notícias requentadas contra Flávio Bolsonaro e Queiroz, seu ex-assessor.
O fato de Rodrigo Maia, também conhecido como Nhonho, ter aparecido como recebedor de propinas em mais uma delação (aparecia como "Botafogo" nas planilhas da Odebrecht e agora foi acusado pelo dono da companhia aérea Gol) não importa para a comentarista. Acho que como modelo Vera teria mais sucesso do que no jornalismo...
Ainda que estivesse correta a ridícula tese de que as críticas contra Maia foram motivadas por uma tentativa de tirar o foco de Flávio, alvo de acusações requentadas e já exploradas por meses, a questão com Rodrigo Maia é muito mais séria. O presidente da Camara é acusado de VENDER LEGISLAÇÕES. O deputado está sendo acusado de fraudar a democracia por dinheiro.
Andreazza, que recebeu Maia para uma "entrevista", não fez uma única pergunta sobre as muitas acusações que pesam sobre o político, dando a ele microfone aberto para propagar sua narrativa e atacar o governo sem contraponto, assim como seus colegas de Jovem Pan, Felipe Moura Brasil e Augusto Nunes, haviam feito alguns meses antes, com Gustavo Bebianno.
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