Thursday, January 10, 2019

Carolina Cimenti e o "fascismo clássico" na campanha eleitoral

     Atualização (24/10/2018)
                                                         
  Atualização (03/11/2018)
Defesa aceitou transação penal para garota não enfrentar processo judicial por falsa comunicação de crime.
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Carolina Cimenti, da Globo News, faz uso de duas notícias questionáveis — uma falsa e outra inconsistente e sem qualquer corroboração — para indiretamente atacar Jair Bolsonaro e seus eleitores:


Sobre o caso da suástica
A imagem de uma mulher agredida e com um símbolo nazista marcado em seu corpo foi compartilhada à exaustão por Whatsapp, Facebook e Twitter. Trata-se de uma moradora de Porto Alegre que disse ter sido atacada por três pessoas por causa de uma camiseta com a frase "Ele não", em referência ao movimento contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro.

O primeiro golpe contra a narrativa veio pelas mãos do delegado que investigava o caso.

Paulo Jardim, titular da 1ª Delegacia de Porto Alegre, afirmou que os supostos autores da agressão não foram identificados e que o desenho não é um símbolo extremista. A suástica marcada na pele da jovem está invertida na horizontal, o que indica que pode ter sido feita diante de um espelho. Ou então nazistas não sabem mais fazer suásticas corretamente...
    "Eu fui olhar o desenho que fizeram na barriga dela. É um símbolo budista, de harmonia, de amor, de paz e de fraternidade. Se tu fores pesquisar no Google, tu vai ver que existe um símbolo budista ali. Essa é a informação", afirmou em entrevista à BBC News Brasil.

Logo após a afirmação do delegado, vários moradores do local questionaram a veracidade do relato pelo Facebook e Twitter, apontando a falta de testemunhas apesar do ataque ter ocorrido em área residencial movimentada e com boa visibilidade.

Segundo o boletim de ocorrência, a agressão teria acontecido entre as 19:30 e 20:30, na Rua Baronesa do Gravataí, em via pública (no meio da rua) e próximo ao Colégio Pão dos Pobres.



Mas a parte mais interessante ainda estava por vir. O delegado, apesar de não ser capaz de confirmar uma única parte do relato da mulher (sem testemunhas, nenhum dos suspeitos foi identificado) afirma como todas as letras que o ataque ocorreu e ainda vai mais longe, determinando as motivações de gente que ele nem sequer foi capaz de provar que existe: “Eu, a advogada e ela não temos dúvida de que foi crime de homofobia”.

Um dia depois, a suposta vítima se negou a representar criminalmente, impedindo a continuidade da investigação.

Segundo o jornal O Correio do Povo, o delegado Paulo César Jardim, titular da 1ª DP da Capital, afirmou que está suspensa a investigação do caso em que uma jovem, de 19 anos, teria tido uma suástica desenhada a canivete em sua barriga. Segundo ele, a vítima se negou a representar criminalmente. Com isso, não existe crime e não há como prosseguir a investigação.

Houve pelo menos duas versões diferentes do caso. No boletim de ocorrência registrado originalmente na noite de terça-feira (09) – um dia depois da suposta agressão – a “vítima” teria afirmado que estava com uma camiseta do “ele não”. No dia seguinte, após a repercussão do caso, a jovem mudou a versão em depoimento à Polícia Civil: na verdade, ela estaria usando uma mochila com um adesivo com a bandeira LGBT e os dizeres “Ele Não”.

Boletim de ocorrência: a camiseta virou adesivo na mochila

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Sobre o "mestre de capoeira morto a facadas por ter votado em Haddad"
O assassino confesso do mestre de capoeira Moa do Katendê, o barbeiro Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, desmentiu a narrativa da mídia que imputou motivação política ao crime.

Segundo Paulo, a confusão teria começado quando o mestre de capoeira o chamou de “viadinho negro” no meio de uma coversa de Paulo com o dono do bar onde estavam.
Paulo negou que seja eleitor do candidato Jair Bolsonaro (PSL) e que a motivação do crime tenha sido política.



Paulo Sérgio já tinha duas ocorrências na polícia. A primeira em 2009, quando se envolveu em uma briga com quatro homens. A segunda, em 2014, quando ameaçou um adolescente que pedia esmola.



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