Benito Mussolini resumiu a doutrina fascista numa regra concisa: “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”.
O fascismo é um sistema de governo que carteliza o setor privado, centraliza o planejamento e controle da economia subsidiando grandes empresários com boas conexões políticas, exalta o poder estatal como sendo a fonte de toda a ordem, nega direitos e liberdades fundamentais aos indivíduos e torna o poder executivo o senhor irrestrito da sociedade.
No Brasil, o que é classificado como “fascismo” pelas classes supostamente letradas — principalmente imprensa e acadêmicos — não tem nenhuma relação com o fenômeno que em ciência histórica leva esse nome. Aqui o termo “fascista” deixa de ser uma classificação objetiva de um seguidor ou simpatizante da ideologia e passa a ser uma ofensa desmoralizante que, na maioria das vezes, tem por objetivo impedir o debate e reivindicar o monopólio das virtudes para quem usa o termo ao mesmo tempo em que cala e envergonha o ofendido.
Um exemplo é a jornalista Mariana Godoy, da Rede TV!, que mostra não ter a mínima idéia do que significa o termo ao responder a um questionamento feito no Twitter:
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