Na coluna Direto de Brasília, transmitida pela rádio Eldorado, a jornalista Eliane Cantanhêde fala de Bolsonaro e diz que o presidente passa por um tratamento quimioterápico. Após ser cobrada pelos ouvintes, Cantanhêde disse ter cometido um ato falho ao trocar "última dose de antibióticos" por "última dose de quimioterapia".
A dúvida que fica: terá Eliane Cantanhêde realmente confundido os tratamentos ou destilou veneno intencionalmente para reforçar as teorias conspiratórias difundidas por órgãos de imprensa (como a revista Forum, que frequentemente grafa a palavra "facada" entre aspas)?
A "jornalista" Patrícia Lélis, classificada como mitomaníaca pela polícia de SP, foi a primeira a divulgar a teoria de que o ataque sofrido por Bolsonaro, na verdade, não teria passado de uma mentira para esconder um diagnóstico e tratamento de câncer.
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