Monday, February 18, 2019

Felipe Moura Brasil atribui a Carlos Bolsonaro culpa por queda na Bolsa de Valores, leitores apontam os furos na tese

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Atualização (19/2)
Felipe Moura Brasil apaga tuíte sem oferecer nenhuma explicação
 
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Passados três dias desde o 'surto' de Felipe Moura Brasil, por conta das críticas sofridas na cobertura do caso Carlos Bolsonaro x Gustavo Bebianno, parece que o jornalista ainda não superou o episódio.
Felipe continua tuitando obsessivamente sobre Carlos e culpando-o por acontecimentos sem nenhuma relação com o vereador.

Tuíte publicado por Felipe no dia 18 de fevereiro:


Entre as razões oferecidas por seus própios leitores, que comentaram mais do que curtiram a publicação, estão:

O posicionamento do mercado esperando o texto da reforma da previdência, que será apresentado em dois dias.



O feriado nos Estados Unidos, que reduziu o volume de negócios no Brasil, além de vencimento das opções, que normalmente representam dias de baixa.





O caso Bebianno, considerado a causa da queda por Felipe, teve seu início com Carlos Bolsonaro desmentindo publicamente o agora ex-ministro no dia 13 de fevereiro. Mas logo no dia seguinte a Bolsa subiu, como mostra o site Bloomberg:
O Ibovespa fechou em alta de mais de 2% hoje (14), ampliando os ganhos no final da sessão depois que o presidente Jair Bolsonaro aprovou o texto da reforma da Previdência que será enviado ao Congresso no próximo dia 20, bem como encerrou o impasse sobre a idade mínima que vinha causando ruídos.

O mesmo site explicou a baixa do dia 15 como resultado da queda nas ações de empresas de ensino após anúncio de investigação de indícios de corrupção no Ministério da Educação, popularmente conhecida como "Lava-jato da educação".

O site, que não aponta o culpado pela queda na segunda-feira (18/2), se limita a mencionar que o dia foi "marcado pelo vencimento dos contratos de opções sobre ações, com ruídos na cena política e menor liquidez pela ausência de Wall Street".

A única avaliação sobre o caso vem através da publicação da opinião da equipe da Coinvalores, que considera a possibilidade da crise envolvendo Bebianno atrapalhar o rali relacionado às expectativas sobre a reforma da Previdência, “com o ‘sai, não sai’ e o ‘falou, não falou’ dos últimos dias”.


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