Saturday, May 4, 2019

Marcelo Tas apoia ataque de prefeito de NY contra Bolsonaro, a quem classifica de autoritário e truculento; o próprio Marcelo Tas mostrou o que é ser autoritário e truculento ao reagir a simples questionamento sobre propaganda anti-Israel veiculada no CQC

Marcelo Tas, o "humorista" e jornalista" que ancorava o CQC, levou ao ar matérias sobre o conflito entre o Hamas e Israel que pecavam pelo tom propagandístico em favor dos árabes. Questionado por um grupo da comunidade judaica após o fim de um programa, foi assim que Tas reagiu:



Pois bem, é esta lamentável figura que agora celebra o comunista Bill de Blasio, repudiado pela polícia de sua própria cidade, ligado a diversos casos de corrupção (sua mulher sumiu com 850 milhões de dólares), apoiador de terroristas na Nicaragua nos anos 80 e defensor do aborto até o momento do parto, enquanto classifica Jair Bolsonaro de "truculento" e "autoritário".


Para entender melhor o autoritarismo e truculência de Marcelo Tas:

(A matéria abaixo foi retirada do Portal Imprensa, e mostra a diferença entre jornalismo, que procura todos os envolvidos e expõe as duas versões do acontecimento, e a peça de relações públicas da Veja SP, feita para beneficiar o "jornalista")

Na última segunda-feira (4/8), um grupo de jovens judeus que acompanhou a atração nos estúdios da Bandeirantes no Morumbi, em São Paulo,  questionou a cobertura da atração na Faixa de Gaza e discutiu com o apresentador Marcelo Tas.

A confusão foi registrada por integrantes do grupo e publicada no perfil da Federação Israelita do Estado de São Paulo no Facebook. No início da tarde desta terça-feira (5/8), a organização afirma que os jovens foram “buscar um bate-papo respeitoso com os integrantes da bancada sobre as reportagens que foram ao ar nas últimas três semanas tratando o conflito em Gaza”. No entanto, após o termino do humorístico, Tas teria recebido os meninos com uma “clara demonstração de intolerância”. Logo em seguida após a publicação do vídeo, ele rebateu.

Em texto em seu blog oficial, o jornalista conta que “abordado no estúdio por um grupo de judeus que se dizia ‘decepcionado’ com a ‘parcialidade’ da série do ‘CQC’ em Gaza. Entre eles, identifiquei alguns que nos últimos dias incitaram internautas no Facebook a detonar o ‘CQC’”, disse o apresentador.

Na postagem, Tas destaca que ficou “um bom tempo conversando com o grupo em pé num canto do estúdio. Foi uma conversa sincera, algumas vezes tensa, mas civilizada dentro do possível para àquela hora e lugar”. 

A situação é rechaçada por Henry Gherson, um dos presentes na conversa com o apresentador. À IMPRENSA, o jovem diz que o grupo da comunidade judaica não foi recebido da maneira como o jornalista retrata no blog. “Ele nos recebeu bem mal, não queria diálogo. Disse que não falaria com mentirosos, não queria escutar nossas ideias, nossas opiniões”, conta.

Segundo Gherson, ele e seus colegas de religião buscavam apresentar seu descontentamento com o conteúdo veiculado em reportagens que retratam o conflito na Faixa de Gaza. Para ele, “as matérias foram muito parciais e não é só porque se entrevista um judeu que ela será imparcial. Um tempo entre um abre e outro é diferente. As traduções do hebraico estão erradas. Tem informações que não são verdadeiras e eu não sei até que ponto são”, destaca o jovem. E ele acrescenta: “Falaram sobre guerra civil em 1948, mas não foi. Informações não batem”.

Versões diferentes sobre a mesma situação

Marcelo Tas foi procurado por IMPRENSA, mas não foi possível encontrá-lo para comunicar o caso. Entretanto, a versão apresentada pelo jornalista no blog retrata uma tentativa de diálogo entre ele e os jovens, tanto que ele ressalta a amizade pessoas de diferentes culturas e gostos, mas faz um alerta: “Há uma coisa que não tolero: a denúncia vazia e mentirosa. Neste mundo turbulento e veloz temos que aprender a conviver com as diferenças e sobretudo ouvir, respeitar e perceber a existência do outro.”. 

“Eu amo e respeito meus amigos judeus, árabes, negros, palmeirenses e corintianos. Fico com a palavra de um senhor israelense ao final da reportagem acima: a agenda dos governos parece não ser a agenda dos povos de Israel e da Palestina”, conclui.

Gherson não concorda com a forma como o jornalista retratou a situação.  “[Tas] falou no blog dele de diálogo, infelizmente é inverdade, ele mesmo falou e está no vídeo. Ele ficou com a gente dez minutos depois do programa, expôs o lado dele e não quis escutar os nossos argumentos”.

Também procurada, a Bandeirantes ainda não se pronunciou sobre o caso. Assista ao vídeo.
 

Jamil Chade e UOL divulgam dados falsos sobre gastos com universidades no Brasil para atacar medida do governo; dados vão de encontro a informações publicadas pela própria Folha

da Caneta:

O UOL (controlado pelo Grupo Folha) publicou neste sábado (04) a matéria “Brasil é o último colocado em gastos com universitários, diz OCDE“. O texto foi escrito por Jamil Chade e esteve na capa do UOL por toda a manhã de sábado.

Entretanto, há menos de dois anos a Folha publicou a matéria “Brasil está entre os que menos gastam com ensino primário, mas tem investimento ‘europeu’ em universidade“, escrita por Daniela Fernandes da BBC, informando basicamente o oposto do que Jamil Chade escreveu, inclusive com dados muito diferentes, apesar da fonte similar (OCDE).

A Caneta resolveu checar quem está mentindo nesta história.

O Grupo Foice não se decide. Em 2017, publicou que o Brasil tem investimento "europeu" em universidades estatais (e tem mesmo). Agora, menos de 2 anos depois, publica que o Brasil é o que menos gasta com universidades. Isso tem uma cara de "jornalista" que não sabe ler números...

Números conflitantes

Escrita em setembro de 2017, a matéria da BBC menciona o estudo da OCDE que gerou os dados (“Um Olhar sobre a Educação”, Education at a Glance em inglês) e menciona, corretamente, que o Brasil gastou quase US$ 11,7 mil com cada estudante universitário por ano. É um arredondamento da versão 2017 do estudo (disponível aqui), a qual mostra, na página 177, que os gastos públicos e privados com educação superior no Brasil foram de US$11.666 em 2014 (ano em que os dados foram coletados).


Já a matéria capa do UOL escrita por Jamil Chade e publicada neste sábado (04) mostra um número completamente diferente: “magicamente” os gastos anuais com ensino superior no Brasil teriam caído, em um ano, para US$3.722 por estudante. A única fonte mencionada é um “levantamento da OCDE”, sem indicar qual, e há prints de um site da OCDE (provavelmente este, com os dados “momentaneamente indisponíveis”).

Entretanto, o próprio site da OCDE menciona que a última publicação da entidade sobre o tema é o Education at a Glance 2018. E é aí que as coisas ficam feias para o “jornalista” do UOL.


Dados reais são bem diferentes da fake news divulgada pelo UOL

De acordo com a versão 2018 do estudo (disponível aqui), os gastos com ensino superior no Brasil cresceram 22,2% em um ano, chegando a $14.261 em 2015 (ano dos dados analisados pelo estudo). É o que mostra a página 264 do estudo:


Portanto, os dados divulgados pelo “jornalista” Jamil Chade são falsos: de acordo com a própria OCDE, o Brasil gasta quase 4 vezes mais anualmente por aluno do ensino superior do que a matéria escrita por ele afirma. Ainda que este tenha sido um erro do site da OCDE e não do “jornalista”, bastava verificar o estudo completo, como fizemos, para perceber a inconsistência. E fica pior.


Nem o título se salva: Brasil não é o último colocado em gastos com universitários

Com um erro tão grande que poderia ter sido evitado apenas consultando o estudo completo, nem o título da matéria de Jamil Chade se salva.

Baixamos a tabela com os dados da OCDE relacionados aos gastos anuais por aluno do ensino superior (disponível aqui), removemos os dados relacionados a outras fases do ensino e os países que não forneceram dados, e a ordem que obtivemos foi esta:


Como é possível perceber, a matéria da BBC estava correta em afirmar que o Brasil possui gastos europeus com cada aluno do ensino superior: somos o 16° entre 36 países que mais gastam com universitários. A matéria de Jamil Chade no UOL mentiu também no título.

A cereja do bolo: OCDE recomenda que o Brasil gaste MENOS com ensino superior e mais com ensino básico

Portanto, já está claro que o UOL passou o dia divulgando uma enorme notícia falsa em sua capa. Mas não poderíamos deixar de comentar um outro estudo da OCDE que recomenda ao Brasil reduzir os gastos com ensino superior e aumentar os gastos com ensino básico.

De acordo com a Página 30 do Economic Survey Brazil 2018 (disponível aqui):

“O setor público do Brasil gasta 5,4% do PIB com educação, acima da média da OCDE e de outros países da América Latina. Colômbia, México e Uruguai gastam menos por estudante do que o Brasil, mas obtém melhores resultados no PISA da OCDE do que o Brasil. (…) Transferir os gastos do ensino superior para o ensino pré-primário, fundamental e médio aumentaria a progressividade e eficiência. O ensino superior estatal e gratuito tende a beneficiar estudantes de famílias com alta renda, dado que os formados em escolas de ensino médio privadas têm melhores notas nos vestibulares. Por outro lado, a educação pré-escolar reduz significativamente a probabilidade de que estudantes sem privilégios deixem o sistema de educação no futuro”.

Em outras palavras: de acordo com a própria OCDE que o UOL usou como fonte, o Brasil precisa gastar menos com ensino superior e mais com ensino pré-primário e fundamental.

Exame dá aula de como distorcer notícias com o conflito árabe-israelense: parcialidade, inversão e uso de informações falsas para culpar Israel

Hamas e Jihad Islâmica lançam mais de 200 foguetes contra Israel, que se defende. Como a revista da editora Abril noticia o caso:


A parcialidade se mostra de várias formas. Desde a foto, sem nenhuma relação com o caso e simpática à causa palestina, até a completa ausência das vítimas israelenses, focando justamente nas do lado agressor.

Entre as muitas vítimas israelenses está uma idosa de 80 anos em estado grave após ser atingida por estilhaços de um foguete. Um israelense de 58 anos morreu e outros 80 ficaram feridos. Por que a Revista Vexame não menciona isso?  

Para piorar ainda mais o vexame, o diretor da ONG UN Watch, que documenta a atuação da ONU, informa que a morte do bebê foi causada por um foguete disparado pelos grupos terroristas árabes que caiu antes da hora.

Atualização
Até a Gaza News Agency, órgão de propaganda palestina, afirma que a morte do bebê foi causada por um foguete do Hamas.


Só mesmo a imprensa para ser mais anti-Israel que um grupo de propaganda palestino.


Atualização 5/7/2019
O jornal Jerusalem Post informa que a Jihad Islâmica admite que as mortes foram causadas por um de seus foguetes e que pagou para comprar o silêncio da família.



Friday, May 3, 2019

Nilce Moretto usa argumento ad hominem para desqualificar opinião, logo depois acusa usuário de fazer o mesmo com ela

Nil Moretto, a jornalista e ex-assessora de político do PT, usa ad hominem para desqualificar usuário no Twitter e, logo em seguida, acusa outra pessoa por usar o mesmo artifício contra ela.

O marido de Nilce fez doutorado em relações internacionais, mas só conseguiu ganhar algum dinheiro jogando Minecraft no YouTube - o mesmo que o usuário atacado por Nilce fazia, e sem faculdade...


Mariliz Pereira Jorge e Damares Alves: jornalismo ou militância?

Marcus Vinicius Motta

Este é o nível do "jornalismo" brasileiro. Militantes usando plataformas de comunicação para atacar pessoas e valores contrários à sua visão de mundo.

Sem a militância e o pedágio ideológico, a quase totalidade dos jornalistas brasileiros estaria fazendo coluna social num jornalzinho de clube.

Thursday, May 2, 2019

Guilherme Amado é desmentido publicamente por Leticia Catelani, diretora da Apex

Não é a primeira vez que a diretora da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) desmente publicamente o jornalista, a quem já acusou de publicar notas plantadas em favor de grupos de interesse.


Folha, o Diário Oficial do PT: Fernando Haddad passa a ser colunista do jornal

A Folha resolveu abolir os intermediários: em vez do "diz leitor", agora é DIZ FERNANDO HADDAD, braço direito de Lula.


Haddad se junta ao time de colunistas mais plural do Brasil, que vai da esquerda, com Reinaldo Azevedo (cada vez mais se aproximando do petismo, por sua postura anti-lava jato e em defesa do PSDB), até a extrema-esquerda, com militantes do PSOL como Porchat. Agora o candidato derrotado à presidência pelo Partido dos Trabalhadores se une a eles.

O jornal ainda conta com Mônica Bergamo, assessora de imprensa do PT, Marina Dias, responsável por press releases do partido em forma de notícias, Tabata Amaral, deputada do PDT próxima de Marcelo Freixo e FHC, e a caricatura conhecida como Mariliz Pereira Jorge.

Um dos poucos colunistas que foge da uniformidade ideológica é o português João Pereira Coutinho, que em comum com seus colegas só tem a ferrenha oposição aos presidentes Trump e Bolsonaro, como determina a linha editorial do jornal.