Em meio a mais uma ofensiva do Hamas contra Israel, que lançou 700 foguetes contra território do Estado Judeu, matando 4 civis e ferindo dezenas, Eduardo Bolsonaro acabou por cancelar um encontro com o embaixador palestino.
Chacra
desonestamente omite que o Fatah de Mahmoud Abbas não só não condenou
o ataque do Hamas, como informa Bolsonaro, mas também o celebrou ao
publicar uma declaração elogiosa de outro grupo terrorista, o libanês
(mas controlado pelo Irã) Hezbollah, sobre os ataques. De uma das páginas do Fatah, esta representando o grupo na Síria:
O Fatah já tinha agido da mesma maneira em sua página principal, no ano de 2015, quando o caso foi noticiado pelo site de centro-esquerda Times of Israel. Não é um fato isolado, é o padrão de comportamento do grupo "moderado". Nenhum especialista sério tem direito de desconhecer esta realidade.
Monday, May 6, 2019
André Plihal escolhe notícia mostrando juiz rezando para criticá-lo
Em meio a uma onda de ataques a demonstrações de fé por parte de jornalistas esportivos, André Plihal, da ESPN, convenientemente escolhe uma notícia de um árbitro rezando para criticá-lo.
Sunday, May 5, 2019
Revista Forum, que publica teorias conspiratórias sobre facada em Bolsonaro ter sido armada, traz fotógrafo que acompanha PT, PSOL e PCdoB para fazer "análise" da cicatriz
Revista Forum faz "análise" à distância de uma cirurgia... com um fotógrafo!
A mesma revista constantemente publica teorias conspiratórias sobre facada em Bolsonaro ter sido armada, inclusive colocando a palavra entre aspas.
A mesma revista constantemente publica teorias conspiratórias sobre facada em Bolsonaro ter sido armada, inclusive colocando a palavra entre aspas.
Especialistas: David Marques
A cabo da PM Kátia da Silva Sastre matou um ladrão em frente à escola da filha em Suzano, na Grande São Paulo, ao reagir a uma tentativa de assalto.
Para comentar o caso, o jornal El País trouxe o "especialista" David Marques, que, para a surpresa de ninguém, criticou a ação da policial que salvou crianças e neutralizou o bandido armado que ameaçava inocentes.
Para comentar o caso, o jornal El País trouxe o "especialista" David Marques, que, para a surpresa de ninguém, criticou a ação da policial que salvou crianças e neutralizou o bandido armado que ameaçava inocentes.
Daniela Abade, na revista Época, acusa o Conexão Política de fazer assessoria de imprensa; a mesma Abade atua como militante política em redes sociais e em veículos de imprensa
Saturday, May 4, 2019
Marcelo Tas apoia ataque de prefeito de NY contra Bolsonaro, a quem classifica de autoritário e truculento; o próprio Marcelo Tas mostrou o que é ser autoritário e truculento ao reagir a simples questionamento sobre propaganda anti-Israel veiculada no CQC
Marcelo Tas, o "humorista" e jornalista" que ancorava o CQC, levou ao ar matérias sobre o conflito entre o Hamas e Israel que pecavam pelo tom propagandístico em favor dos árabes. Questionado por um grupo da comunidade judaica após o fim de um programa, foi assim que Tas reagiu:
Pois bem, é esta lamentável figura que agora celebra o comunista Bill de Blasio, repudiado pela polícia de sua própria cidade, ligado a diversos casos de corrupção (sua mulher sumiu com 850 milhões de dólares), apoiador de terroristas na Nicaragua nos anos 80 e defensor do aborto até o momento do parto, enquanto classifica Jair Bolsonaro de "truculento" e "autoritário".
Para entender melhor o autoritarismo e truculência de Marcelo Tas:
(A matéria abaixo foi retirada do Portal Imprensa, e mostra a diferença entre jornalismo, que procura todos os envolvidos e expõe as duas versões do acontecimento, e a peça de relações públicas da Veja SP, feita para beneficiar o "jornalista")
Pois bem, é esta lamentável figura que agora celebra o comunista Bill de Blasio, repudiado pela polícia de sua própria cidade, ligado a diversos casos de corrupção (sua mulher sumiu com 850 milhões de dólares), apoiador de terroristas na Nicaragua nos anos 80 e defensor do aborto até o momento do parto, enquanto classifica Jair Bolsonaro de "truculento" e "autoritário".
Para entender melhor o autoritarismo e truculência de Marcelo Tas:
(A matéria abaixo foi retirada do Portal Imprensa, e mostra a diferença entre jornalismo, que procura todos os envolvidos e expõe as duas versões do acontecimento, e a peça de relações públicas da Veja SP, feita para beneficiar o "jornalista")
Na última segunda-feira (4/8), um grupo de jovens judeus que acompanhou a atração nos estúdios da Bandeirantes no Morumbi, em São Paulo, questionou a cobertura da atração na Faixa de Gaza e discutiu com o apresentador Marcelo Tas.
A confusão foi registrada por integrantes do grupo e publicada no perfil da Federação Israelita do Estado de São Paulo no Facebook. No início da tarde desta terça-feira (5/8), a organização afirma que os jovens foram “buscar um bate-papo respeitoso com os integrantes da bancada sobre as reportagens que foram ao ar nas últimas três semanas tratando o conflito em Gaza”. No entanto, após o termino do humorístico, Tas teria recebido os meninos com uma “clara demonstração de intolerância”. Logo em seguida após a publicação do vídeo, ele rebateu.Em texto em seu blog oficial, o jornalista conta que “abordado no estúdio por um grupo de judeus que se dizia ‘decepcionado’ com a ‘parcialidade’ da série do ‘CQC’ em Gaza. Entre eles, identifiquei alguns que nos últimos dias incitaram internautas no Facebook a detonar o ‘CQC’”, disse o apresentador.
Na postagem, Tas destaca que ficou “um bom tempo conversando com o grupo em pé num canto do estúdio. Foi uma conversa sincera, algumas vezes tensa, mas civilizada dentro do possível para àquela hora e lugar”.A situação é rechaçada por Henry Gherson, um dos presentes na conversa com o apresentador. À IMPRENSA, o jovem diz que o grupo da comunidade judaica não foi recebido da maneira como o jornalista retrata no blog. “Ele nos recebeu bem mal, não queria diálogo. Disse que não falaria com mentirosos, não queria escutar nossas ideias, nossas opiniões”, conta.
Segundo Gherson, ele e seus colegas de religião buscavam apresentar seu descontentamento com o conteúdo veiculado em reportagens que retratam o conflito na Faixa de Gaza. Para ele, “as matérias foram muito parciais e não é só porque se entrevista um judeu que ela será imparcial. Um tempo entre um abre e outro é diferente. As traduções do hebraico estão erradas. Tem informações que não são verdadeiras e eu não sei até que ponto são”, destaca o jovem. E ele acrescenta: “Falaram sobre guerra civil em 1948, mas não foi. Informações não batem”.Versões diferentes sobre a mesma situaçãoMarcelo Tas foi procurado por IMPRENSA, mas não foi possível encontrá-lo para comunicar o caso. Entretanto, a versão apresentada pelo jornalista no blog retrata uma tentativa de diálogo entre ele e os jovens, tanto que ele ressalta a amizade pessoas de diferentes culturas e gostos, mas faz um alerta: “Há uma coisa que não tolero: a denúncia vazia e mentirosa. Neste mundo turbulento e veloz temos que aprender a conviver com as diferenças e sobretudo ouvir, respeitar e perceber a existência do outro.”.“Eu amo e respeito meus amigos judeus, árabes, negros, palmeirenses e corintianos. Fico com a palavra de um senhor israelense ao final da reportagem acima: a agenda dos governos parece não ser a agenda dos povos de Israel e da Palestina”, conclui.
Gherson não concorda com a forma como o jornalista retratou a situação. “[Tas] falou no blog dele de diálogo, infelizmente é inverdade, ele mesmo falou e está no vídeo. Ele ficou com a gente dez minutos depois do programa, expôs o lado dele e não quis escutar os nossos argumentos”.Também procurada, a Bandeirantes ainda não se pronunciou sobre o caso. Assista ao vídeo.
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