Monday, May 11, 2020

Giuliana Morrone e Gerson Camarotti flagrados nos bastidores da Globo destruindo a reputação do "amigo" Alexandre Garcia

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Giuliana Morrone, que diz que Garcia "sempre foi péssimo com isso de [cobrar] dinheiro, recebeu 270 mil reais de dinheiro público do governo de Sérgio Cabral para "palestrar"
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 Leo Dias

Giuliana Morrone e Alexandre Garcia se mostravam, até pouco tempo, amigos para sempre. A amizade, que teve direito a incontáveis fotos na bancada do Jornal Nacional e nos bastidores da Globo, porém, parece ter chegado ao fim. A apresentadora do "Bom Dia Brasil" surpreendeu colegas na última sexta-feira (8) ao chamar o ex-colega de trabalho de "gagá".


O desabafo, feito em um dos intervalos do noticiário matinal, não poupou nem mesmo a atriz Regina Duarte. Durante cerca de 3 minutos, ela e Gerson Camarotti, comentarista de política do Grupo Globo, teceram comentários não muito elogiosos a dupla, publicamente alinhada ao governo de Jair Bolsonaro.

A Coluna do Leo Dias obteve acesso ao conteúdo que viralizou. Durante a conversa, Giuliana Morrone diz que Alexandre Garcia "saiu cagando regra" e que "ganhou uma montoeira" de dinheiro da emissora.

Em dado momento, ela questiona se ele não estaria gagá, "tipo a Regina Duarte". Gerson Camarotti, seu colega no noticiário, pontua que Alexandre estaria faturando "com seguidores radicais".

A Coluna procurou o departamento de Comunicação da Globo para comentar o diálogo vazado. Foi enviado para a emissora o áudio completo, às 14h15, e pedido um posicionamento. Até a publicação desta nota, nada foi comentado.



A seguir, leia a transcrição da conversa entre Giuliana Morrone e Gerson Camarotti nos bastidores do Bom Dia Brasil de sexta-feira:

Gerson Camarotti: Agora eles estão chamando a CNN de "CNN lixo".

Giuliana Morrone: Você viu ontem o Alexandre Garcia?

Gerson: Não...

Giuliana: Ele é ridículo. No dia que o Bolsonaro falou em cassar a concessão da Globo, ameaçou, ele endossou. Achou que era lindo, que tinha que cassar a concessão da Globo.

Gerson: Caramba, não vi isso.

Giuliana: Ontem, ele escreveu assim... Quer ver? Escreveu no Twitter. Escreveu assim: "com Regina Duarte, a CNN que poderia ser a alternativa, mostrou que é apenas uma igual do mesmo".

Gerson: Caramba. O cara trabalhou durante tanto tempo, né?

Giuliana: Que que é isso... A motoeira de dinheiro que esse homem recebeu da Globo, microfone dourado, festinha, foi diretor daqui a vida inteira, e aí sai cagando regra. Ele que fez isso aqui! Ele era diretor por anos. Eu sou revoltada, sabia?

Gerson: Ah, não. É chato mesmo. Muito chato.

Giuliana: Porra! Eu fico pensando assim, se não tá gagá, entendeu? Só pode ser. Tipo a Regina Duarte, né?

Gerson: É. Mas eu acho que ali, sabe o que é, é faturar agora ganhando com os seguidores. Os radicais. Ele tá ganhando dinheiro com isso. YouTube...

Giuliana: Mas ele sempre foi péssimo com isso de dinheiro, sabia? Essas coisinhas que eu faço aí, ele pede muito pouco. A gente ia fazer coisas juntos e eu ficava besta com o tão pouco que ele pedia. Topava qualquer coisa, tipo mestre de cerimônia de vidraçaria. Não sei se ele melhorou, mas... O fato é que a CNN não o chamou. Não o chamou. Ele achava que ia rolar, e tal.

Gerson: É, mas não se pode cuspir no prato em que comeu. E que comeu por tanto tempo.

Giuliana: Ainda mais uma pessoa dessas, que praticamente cozinhou.

*Com reportagem de Gabriel de Oliveira

Saturday, May 9, 2020

Thaís Skodowski, um histórico de feminismo radical e parcialidade

Pesquisa realizada entre 12 de novembro de 2018 e 27 de janeiro de 2019.

Das 446 curtidas analisadas, grande parte era sobre feminismo, animais e tuítes corporativistas louvando jornalistas como ela própria e apontando perseguições e restrições imaginárias.




Dos tuítes políticos, 70 eram sobre Bolsonaro. Todos negativos, que iam de críticas e previsões pessimistas a ligações de fatos positivos a histórias negativas.
Várias das postagens tinham relação com acusação de "rachadinha" envolvendo Fabrício Queiroz, então assessor de Flávio Bolsonaro.


 
Apenas 1 (uma) curtida mencionava outros membros da assembléia legislativa com movimentações apontadas como suspeitas pelo COAF, entre eles membros do PT , PSOL e PSB, que movimentaram dezenas de vezes mais dinheiro que Queiroz.

Outro curtida solitária zombava de Michel Temer.



Entre 17 de dezembro e 27 de janeiro de 2019, período mais movimentado por causa da posse presidencial, Thaís curtiu centenas de tuítes críticos a Bolsonaro, sua família e seus ministros, enquanto, no mesmo período, só curtiu dois críticos a políticos de esquerda. Um que criticava Maria do Rosário por ligar Bolsonaro a um miliciano em foto que ele posava com um ator de Tropa de Elite, e outro que apontava que "empresária admite compra de elogios fake para o PT".

Durante o mesmo período a jornalista curtiu postagens de Marcelo Freixo, do PSOL e tuítes simpáticos a Jean Willis, do mesmo partido.




Críticas a eleitores de Bolsonaro também renderam likes da jornalista, assim como críticas ao humorista Gentili, por ter apoiado o candidato.

  O humor involuntário passou despercebido pela jornalista. Thaís não notou que ela age da mesma forma que o humorista


Catraca Livre e Quebrando o Tabu também ganharam curtidas da jornalista, assim como contas satíricas criticando a direita, como "jovens reacionários" e Déia Fanfiqueira que se refere ao ataque sofrido por Bolsonaro como "suposta tentativa de assassinato", enquanto promove tuítes que prometem processar pessoas que "insinuam ligação de Jean (Wyllis) com Adélio Bispo". 




Thaís curtiu diversos tuítes sobre feminismo, incluindo alguns que celebravam a violência.




 
Nenhum veículo, personalidade ou jornalista conservador ou de direita recebeu likes da jornalista.


É normal que a atenção da jornalista fique focada no presidente, mas não deixa de ser curioso que, no período analisado, não haja uma única curtida em tuítes minimamente simpáticos a Bolsonaro, seus aliados ou apoiadores, apesar de toda a atenção dispensada a eles por Thaís.

Voltando ainda mais longe, até o dia 30 de novembro, as curtidas políticas diminuem em frequência, mas continuam críticas a Bolsonaro e sua família, com apenas uma menção a corrupção durante o governo Temer.

Nenhuma crítica adicional (além das duas anteriormente mencionadas) a esquerda foi curtida pela jornalista de 30 de novembro a 27 de janeiro. Novas acusações contra Lula em delação de Palocci, Haddad ter se tornado réu por novas acusações de corrupção, novas acusações contra membros do PT, PSB, PSOL... absolutamente nada.

A pesquisa foi conduzida até 12 de novembro de 2018. As postagens políticas tiveram frequência reduzida, mas as curtidas continuaram se fixando apenas em Bolsonaro. Com likes críticos a família e a campanha (como "17 indícios de irregularidades em prestação de contas de Bolsonaro"). No mesmo período Fernando Haddad se tornou réu em mais um processo de corrupção e formação de quadrilha, fatos que não renderam uma única curtida por parte da jornalista.


Aqui, a jornalista se refere a Miriam Leitão e seu tuite sobre o lançamento do livro O Mistério do Pau Oco:


O que a jornalista classifica como "destilando um ódio assustador" era, em sua absoluta maioria, simples crítica ao trabalho jornalístico de Miriam que na última eleicão mais pareceu ativismo militante e menções ao seu passado de terrorista.

Alguns dos exemplos mais curtidos retirados do tuíte de Miriam Leitão:
"VOCÊ EXALA ODIO PELO PRESIDENTE ELEITO, FICA ESPALHANDO FAKE NEWS E ACHA QUE O POVO NÃO ENXERGA SEU CINISMO?! TOMA VERGONHA NESSA CARA"

"Parabéns Patrícia... quer dizer Miriam 🤣🤣🤣🤣🤣🤣"

"Parabéns pelo livro. E o Prêmio Guardiã da Verdade ?"

"Parabéns, Amélia do Pau-oco (ainda bem que não é maciço, né?) 😎

"Tá... Parabéns, mas esse sorriso é de quem descobriu que compartilhou FakeNews em relação ao prêmio à mãe das FakeNews, Mello!" 

"Miriam mentindo até para o espelho??? Acorda menina."

"Parabéns Miriam, agradeço as muitas alegrias que nos deu esse ano, da mediunidade marinho à celebração da fakenews vc é a melhor no que faz, valeu "


Ataques pessoais, como "Mulher esquisita" e "canalha" foram comentários pouco curtidos e nem de longe representaram parte significativa das respostas, que se dividiam em críticas a conduta profissional, lembranças de seu passado terrorista e memes.

Curiosamente, Thaís, que classificou críticas e piadas contra Miriam Leitão como "ódio", curtiu tuíte que chama a ministra Damares Alves de "desgraçada"...

Vera Magalhães e Demétrio Magnoli chamam de anti-sociais os brasileiros empobrecidos e famintos saindo às ruas para trabalhar durante isolamento por Corona

Demétrio Magnoli, que oferece suas boçalidades prentensiosas sobre todo e qualquer assunto de questões sanitárias ao conflito árabe-israelense escreveu um de seus textos mais moralmente repreensíveis ao criticar os brasileiros famintos que saem para trabalhar apesar da "quarentena" imposta por governadores irresponsáveis.

O articulista da Folha, sem nenhuma vergonha ou bom-senso, como de costume, acusa os "não confinados" de sabotarem os "sacrifícios" que faz, entre eles a falta que sente d ir ao shopping Iguatemi, aos seus restaurantes preferidos e viajar. 


Como não poderia deixar de ser, Vera Magalhães, a "jornalista" que é fervorosa defensora da quarentena gourmet (financiada com quase 800 mil reais de impostos dos paulistas através de João Doria), foi ao Twitter endossar o lixo escrito por Magnoli.




Nenhum deles, recebendo polpudos salários, é capaz de sentir qualquer empatia pelas dezenas de milhões de brasileiros famintos trancafiados em casa sem salário e sem emprego, com filhos e parentes passando fome. Bom, a menos que estes sejam entregadores dos serviços de aplicativo. Estes têm seu apoio e podem continuar trabalhando, trazendo comida e compras para a casa dos abastados jornalistas.


Thursday, May 7, 2020

Rodrigo Constantino, Felipe Trielli e Flávio Morgenstern expõem como age Alexandre Borges em busca de relevância e emprego na "grande mídia" que sempre criticou enquanto "comentarista conservador"

Após ser criticada por Constantino, Vera Magalhães a mesma "jornalista" que assedia e exige demissões de pessoas com as quais discorda o acusou de assediá-la, praticar stalking e decidiu processá-lo.

Mas o que mais revoltou o economista foi ver como seu amigo de longa data passou a apoiar Vera e a queimá-lo em segredo, inclusive o culpando por suspostas ameaças recebidas pela jornalista.

Aqui Borges curte seu colega do Clube do Livro, o pigmeu intelectual Francisco Razzo, que aponta uma "patrulha" (i.e. críticas) por parte de Constantino:


A thread completa se encontra aqui.


Flávio Morgenstern, que também já foi alvo do muy amigo Borges, comentou a situação:
Não se preocupe, Rodrigo Constantino: uma belíssima parte da direita já sofreu nas mãos dessa seita alexandrina. Todos nós fomos vítimas. Pode tomar o resto da red pill e entenderá por que pensamos o que pensamos.

"Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia. Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça!" - Marco 4:22-3



O mesmo Morgenstern saiu publicamente em apoio ao então amigo Borges que segundo ele havia implorado por ajuda quando Eduardo Bolsonaro o expôs fazendo networking com a Globo e João Doria enquanto fingia ser um comentarista conservador e anti-establishment.


Felipe Trielli, outro ex-amigo de Borges, aponta o mesmo método por parte do publicitário neste thread (Pauno Cuz é o ativista Paulo Cruz, também do "Clube o Livro", que foi premiado pelos amigos de networking com uma boquinha na Gazeta do Povo):

  
Pauno Cuz, cachorrinho do Borges, já foi defender o “Boss”. Claro que pra isso precisa atacar seus ex amigos. Rapaz, nunca foi segredo que eu não gostava do Bolsonaro e, inclusive, tive uma treta pública com
@filgmartin. Vc sabe disso pq botavam a maior pilha no grupo.

Claro que o veneno do “Boss”, alguém que eu idiotamente respeitava e em quem confiava, ajudou. Todos sabem da minha mudança de posição q foi coerente e pública. Começou, veja você!, quando Bolsonaro montou o ministério (né, Moro?).

Se você tem algo a dizer para mim ou para qualquer outra pessoa, seja homem para nomear. Sim, a carapuça serviu porque eu acolhi o
@Rconstantino, não pq morra de amores por ele (o q tb é público e notório), mas pq o que vcs estão fazendo é sórdido.

Meus princípios continuam os mesmos. As posições às vezes mudam pq enxergamos coisas que não víamos (já apoiei até o Kataguri mesmo qdo o Olavo nos alertava d seu oportunismo). Já falei merda de amigo em particular qdo tava puto. Eu sou um merda.

Mas 1 merda q tenta melhorar e ser justo pelo menos dentro da minha minúscula capacidade de enxergar as coisas. Não me coloco como analista, intelectual nem porra nenhuma. Sou só 1 músico que tenta traduzir o q aprendo com os maiores em palavras simples, humor ou música.

Print vazado (publicado por @milenereis) confirma as declarações dos três ex-amigos.

Borges ataca em segredo (sempre acusando de plágio, por projeção, aparentemente) até os que continuam em seu círculo de "amizade", como Felipe Moura Brasil, o infame Juveninho:


Por fim, Borges é definido com maestria por Nietzsche em uma única frase:



Covid-19 e desonestidade - Antagonista compara números absolutos de mortes do Brasil (população de 210 milhões) com a Bélgica (população de 11 milhões)

Com estardalhaço o "blog de duas linhas" conhecido como Antagonista publica que o Brasil se tornou o sexto país com mais mortes ao ultrapassar a Bélgica. 


O que o blog omite: ele compara o Brasil, um país com mais de 200 milhões de habitantes, com países como a própria Bélgica, com pouco mais de 11 milhões.

Quando a proporção é levada em conta, o Brasil ocupa o 30º lugar no número de mortes por Corona.



Diogo Mainardi: "Só o lockdown salva"; No mesmo dia governador de NY afirma que 84% dos hospitalizados com covid-19 estavam cumprindo quarentena

Diogo Mainardi:


No mesmo dia o governador de Nova Iorque afirmou que 66% dos hospitalizados e 84% dos infectados com covid-19 no estado estavam em casa, não usam transportes públicos nem têm trabalhos ditos essenciais.


Até o OMS, depois de toda sua histeria, já reconheceu que a Suécia, que rejeitou o isolamento, é “modelo a ser seguido”.

Só Diogo Mainardi parece não ter sido avisado...


Atualização

A Fiocruz, que pede urgente lockdown no Brasil, é presidida por Nísia Trindade, indicada ao cargo por deputados federais do PT, Paulo Teixeira, Afonso Florence e Chico D’Angelo. A pesquisa em Manaus que matou 11 pessoas com altas doses de cloroquina e bancada pelo PT era Fiocruz.

Pesquisa rápida mostra que ela é socióloga (na Fiocruz?!), entusiasta de roda "Marielle vive!" e MST, e cabo eleitoral de Dilma/Lula. Mas você tem que acreditar que é "CIÊNCIA! CIÊNCIA!"

Fatos convenientemente omitidos pelo antipetista radical Mainardi.

Felipe Moura Brasil, o grande analista, é desmentido pelo site onde trabalha

Celso de Mello determina que gravação com reunião entre presidente e ministros seja entregue e AGU recorre por considerar parte dos temas discutidos "potencialmente sensíveis".

O militante Felipe Moura Brasil diz que a ação da Advocacia Geral da União tem como objetivo evitar "expor Bolsonaro cobrando relatório a PF".
Logo em seguida a AGU oferece... justamente os trechos sobre o assunto.

Juveninho Moura Brasil, o grande analista, comenta a notícia do dia:



O site Antagonista, onde o jornalista trabalha, o desmente logo em seguida:



Atualização