O Antagonista, que tem agido como relações públicas de Sergio Moro desde a época da Lava-Jato, publicou mais uma mentira sobre o "vídeo devastador" que o ex-juiz explora politicamente desde que suas acusações contra o presidente foram negadas por seu amigo Valeixo e por associações de delegados federais.
Wednesday, May 13, 2020
Felipe Moura Brasil e o exame de Covid-19 de Bolsonaro - jornalista erra mais uma por continuar confundindo torcida por análise
Bolsonaro, que negou ter sido infectado, reluta em entregar exames particulares sobre sua saúde e Juveninho inventa um temor infundado de impeachment devido a uma suposta mentira sobre resultado dos exames, enquanto ignora a verdadeira questão: liberdades civis, direito a privacidade...
Para coroar a ridícula militância, o jornalista termina o tuíte com um clichê dos mais constrangedores:
Aparentemente lógica não é o forte de Felipe Moura, que erra mais uma de suas "análises" em poucos dias.
Para coroar a ridícula militância, o jornalista termina o tuíte com um clichê dos mais constrangedores:
Aparentemente lógica não é o forte de Felipe Moura, que erra mais uma de suas "análises" em poucos dias.
Após explicação de juíza sobre crime de manipulação de mercado, Antagonista passa a atacá-la e a fazer acusações levianas contra ela
Um dia após uma didática explicação da juíza Ludmila Lins Grilo sobre crime de manipulação de mercado, o Antagonista passa a atacá-la e a fazer acusações levianas contra ela.
Do JusBrasil:
A resposta da magistrada à publicação d'O Antagonista:
Do JusBrasil:
A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (“Loman”) e traz as normas gerais sobre o Poder Judiciário, as garantias da magistratura, as prerrogativas do Magistrado, a disciplina judiciária, os vencimentos, vantagens e direitos do Magistrado e sobre a magistratura de carreira.O Antagonista acusou a juíza Ludmila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de MG, de descumprir a Lei Orgânica da Magistratura em suas publicações no Twitter. Mas a Loman veda a participação político-partidária e não a liberdade de expressão do juiz.
A resposta da magistrada à publicação d'O Antagonista:
“O perfil @o_antagonista publicou uma foto minha contendo inserções de legendas relacionadas a passeatas, imputando-me violação funcional. Entretanto, a foto original — a única pela qual me responsabilizo — é esta aqui: a foto é pública, e foi postada pela deputada federal Bia Kicis (@Biakicis) no Dia da Mulher (8/3/2020).

A foto foi tirada em 7/3/2020, em agradável recepção na residência do meu querido @EnioMainardi, que inclusive é pai do antagonista @diogomainardi. Lá, sou sempre muito bem recebida, sou das últimas a sair e sempre convidada a voltar pro almoço do dia seguinte. E sempre volto.

Desde já, deixo claro que o perfil @o_antagonista não me procurou em nenhum momento para perguntar se eu autorizei a utilização de minha imagem por terceiros, ou se concordei com a inserção de legendas em fotos, providência elementar e inerente ao que se espera do bom jornalismo.
Vemos ainda que o perfil @o_antagonista me atribuiu de forma expressa a pecha de “bolsonarista” — manifestação política vedada a magistrados —, embora em meus mais de 1.700 tuítes nunca tenha suscitado o nome do Sr. Presidente da República, ou sequer feito qualquer menção a ele.
Portanto, em apenas um tuíte, o perfil @o_antagonista imputou a mim, falsamente, duas condutas distintas de violação de deveres funcionais perante ao menos 1 milhão de usuários no Twitter que seguem a página, tornando-se impossível calcular a dimensão do dano à minha honra e imagem".
Atualização
Juíza explica como funciona o crime de manipulação de mercado de acordo com a legislação brasileira e Antagonista/Empiricus vesta a carapuça e a acusa de "calúnia, difamação e falsa comunicação de crime"
Os tweets que motivaram o ataque e acusação de crimes por parte do Antagonista:
O art. 27-C da Lei 6.385/76, que dispõe sobre o mercado de valores mobiliários e cria a CVM (@cvmgovbr), tipifica o CRIME DE MANIPULAÇÃO DE MERCADO, no capítulo que trata dos crimes contra o mercado de capitais.
O referido crime se consuma com a realização de operações simuladas OU OUTRAS MANOBRAS FRAUDULENTAS, visando alterar a cotação, preço ou volume negociado de um valor mobiliário, com o fim de obtenção de vantagem indevida ou lucro, ou de causar dano a terceiros.
A pena é de reclusão, de 1 (um) a 8 (oito) anos, e multa de até 3 (três) vezes o montante da vantagem ilícita obtida em decorrência do crime.
O tipo não menciona nenhuma operação ou manobra fraudulenta específicas. Abarca, portanto, qualquer tipo de conduta dolosa praticada com ardil, com a finalidade de manipular o mercado de capitais para auferir vantagem indevida ou causar danos a outrem.
Para se enquadrar no tipo legal, não é necessário que o agente seja um profissional da área do mercado de capitais, podendo figurar como sujeito ativo do crime QUALQUER PESSOA que pratique a conduta descrita no tipo, ou colabore de qualquer forma na qualidade de partícipe.
Alguns dias depois, o Antagonista "noticia" sobre o vídeo de uma reunião ministerial que Sergio Moro dizia confirmar sua acusação (negada por todos os outros envolvidos, incluindo amigos do próprio Moro) de interferência ilegal do presidente na Polícia Federal:
Como investigadores descreveram o conteúdo do video:
O efeito da "notícia" do Antagonista sobre o "vídeo devastador", de acordo com Pablo Spyer, um conhecido economista e investidor:
Porque a Bolsa afundou 1500 pontos agora? pic.twitter.com/MNUFOzztAA— Pablo Spyer (@PabloSpyer) May 12, 2020
Monday, May 11, 2020
Giuliana Morrone e Gerson Camarotti flagrados nos bastidores da Globo destruindo a reputação do "amigo" Alexandre Garcia
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Giuliana Morrone, que diz que Garcia "sempre foi péssimo com isso de [cobrar] dinheiro, recebeu 270 mil reais de dinheiro público do governo de Sérgio Cabral para "palestrar"
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Leo Dias
Giuliana Morrone e Alexandre Garcia se mostravam, até pouco tempo, amigos para sempre. A amizade, que teve direito a incontáveis fotos na bancada do Jornal Nacional e nos bastidores da Globo, porém, parece ter chegado ao fim. A apresentadora do "Bom Dia Brasil" surpreendeu colegas na última sexta-feira (8) ao chamar o ex-colega de trabalho de "gagá".
O desabafo, feito em um dos intervalos do noticiário matinal, não poupou nem mesmo a atriz Regina Duarte. Durante cerca de 3 minutos, ela e Gerson Camarotti, comentarista de política do Grupo Globo, teceram comentários não muito elogiosos a dupla, publicamente alinhada ao governo de Jair Bolsonaro.
A Coluna do Leo Dias obteve acesso ao conteúdo que viralizou. Durante a conversa, Giuliana Morrone diz que Alexandre Garcia "saiu cagando regra" e que "ganhou uma montoeira" de dinheiro da emissora.
Em dado momento, ela questiona se ele não estaria gagá, "tipo a Regina Duarte". Gerson Camarotti, seu colega no noticiário, pontua que Alexandre estaria faturando "com seguidores radicais".
A Coluna procurou o departamento de Comunicação da Globo para comentar o diálogo vazado. Foi enviado para a emissora o áudio completo, às 14h15, e pedido um posicionamento. Até a publicação desta nota, nada foi comentado.
A seguir, leia a transcrição da conversa entre Giuliana Morrone e Gerson Camarotti nos bastidores do Bom Dia Brasil de sexta-feira:
Gerson Camarotti: Agora eles estão chamando a CNN de "CNN lixo".
Giuliana Morrone: Você viu ontem o Alexandre Garcia?
Gerson: Não...
Giuliana: Ele é ridículo. No dia que o Bolsonaro falou em cassar a concessão da Globo, ameaçou, ele endossou. Achou que era lindo, que tinha que cassar a concessão da Globo.
Gerson: Caramba, não vi isso.
Giuliana: Ontem, ele escreveu assim... Quer ver? Escreveu no Twitter. Escreveu assim: "com Regina Duarte, a CNN que poderia ser a alternativa, mostrou que é apenas uma igual do mesmo".
Gerson: Caramba. O cara trabalhou durante tanto tempo, né?
Giuliana: Que que é isso... A motoeira de dinheiro que esse homem recebeu da Globo, microfone dourado, festinha, foi diretor daqui a vida inteira, e aí sai cagando regra. Ele que fez isso aqui! Ele era diretor por anos. Eu sou revoltada, sabia?
Gerson: Ah, não. É chato mesmo. Muito chato.
Giuliana: Porra! Eu fico pensando assim, se não tá gagá, entendeu? Só pode ser. Tipo a Regina Duarte, né?
Gerson: É. Mas eu acho que ali, sabe o que é, é faturar agora ganhando com os seguidores. Os radicais. Ele tá ganhando dinheiro com isso. YouTube...
Giuliana: Mas ele sempre foi péssimo com isso de dinheiro, sabia? Essas coisinhas que eu faço aí, ele pede muito pouco. A gente ia fazer coisas juntos e eu ficava besta com o tão pouco que ele pedia. Topava qualquer coisa, tipo mestre de cerimônia de vidraçaria. Não sei se ele melhorou, mas... O fato é que a CNN não o chamou. Não o chamou. Ele achava que ia rolar, e tal.
Gerson: É, mas não se pode cuspir no prato em que comeu. E que comeu por tanto tempo.
Giuliana: Ainda mais uma pessoa dessas, que praticamente cozinhou.
*Com reportagem de Gabriel de Oliveira
Saturday, May 9, 2020
Thaís Skodowski, um histórico de feminismo radical e parcialidade
Pesquisa realizada entre 12 de novembro de 2018 e 27 de janeiro de 2019.
Das 446 curtidas analisadas, grande parte era sobre feminismo, animais e tuítes corporativistas louvando jornalistas como ela própria e apontando perseguições e restrições imaginárias.
Dos tuítes políticos, 70 eram sobre Bolsonaro. Todos negativos, que iam de críticas e previsões pessimistas a ligações de fatos positivos a histórias negativas.
Várias das postagens tinham relação com acusação de "rachadinha" envolvendo Fabrício Queiroz, então assessor de Flávio Bolsonaro.
Apenas 1 (uma) curtida mencionava outros membros da assembléia legislativa com movimentações apontadas como suspeitas pelo COAF, entre eles membros do PT , PSOL e PSB, que movimentaram dezenas de vezes mais dinheiro que Queiroz.
Outro curtida solitária zombava de Michel Temer.
Entre 17 de dezembro e 27 de janeiro de 2019, período mais movimentado por causa da posse presidencial, Thaís curtiu centenas de tuítes críticos a Bolsonaro, sua família e seus ministros, enquanto, no mesmo período, só curtiu dois críticos a políticos de esquerda. Um que criticava Maria do Rosário por ligar Bolsonaro a um miliciano em foto que ele posava com um ator de Tropa de Elite, e outro que apontava que "empresária admite compra de elogios fake para o PT".
Durante o mesmo período a jornalista curtiu postagens de Marcelo Freixo, do PSOL e tuítes simpáticos a Jean Willis, do mesmo partido.
Críticas a eleitores de Bolsonaro também renderam likes da jornalista, assim como críticas ao humorista Gentili, por ter apoiado o candidato.
Catraca Livre e Quebrando o Tabu também ganharam curtidas da jornalista, assim como contas satíricas criticando a direita, como "jovens reacionários" e Déia Fanfiqueira — que se refere ao ataque sofrido por Bolsonaro como "suposta tentativa de assassinato", enquanto promove tuítes que prometem processar pessoas que "insinuam ligação de Jean (Wyllis) com Adélio Bispo".
Thaís curtiu diversos tuítes sobre feminismo, incluindo alguns que celebravam a violência.
Nenhum veículo, personalidade ou jornalista conservador ou de direita recebeu likes da jornalista.
É normal que a atenção da jornalista fique focada no presidente, mas não deixa de ser curioso que, no período analisado, não haja uma única curtida em tuítes minimamente simpáticos a Bolsonaro, seus aliados ou apoiadores, apesar de toda a atenção dispensada a eles por Thaís.
Voltando ainda mais longe, até o dia 30 de novembro, as curtidas políticas diminuem em frequência, mas continuam críticas a Bolsonaro e sua família, com apenas uma menção a corrupção durante o governo Temer.
Nenhuma crítica adicional (além das duas anteriormente mencionadas) a esquerda foi curtida pela jornalista de 30 de novembro a 27 de janeiro. Novas acusações contra Lula em delação de Palocci, Haddad ter se tornado réu por novas acusações de corrupção, novas acusações contra membros do PT, PSB, PSOL... absolutamente nada.
A pesquisa foi conduzida até 12 de novembro de 2018. As postagens políticas tiveram frequência reduzida, mas as curtidas continuaram se fixando apenas em Bolsonaro. Com likes críticos a família e a campanha (como "17 indícios de irregularidades em prestação de contas de Bolsonaro"). No mesmo período Fernando Haddad se tornou réu em mais um processo de corrupção e formação de quadrilha, fatos que não renderam uma única curtida por parte da jornalista.
Aqui, a jornalista se refere a Miriam Leitão e seu tuite sobre o lançamento do livro O Mistério do Pau Oco:
O que a jornalista classifica como "destilando um ódio assustador" era, em sua absoluta maioria, simples crítica ao trabalho jornalístico de Miriam — que na última eleicão mais pareceu ativismo militante — e menções ao seu passado de terrorista.
Alguns dos exemplos mais curtidos retirados do tuíte de Miriam Leitão:
"VOCÊ EXALA ODIO PELO PRESIDENTE ELEITO, FICA ESPALHANDO FAKE NEWS E ACHA QUE O POVO NÃO ENXERGA SEU CINISMO?! TOMA VERGONHA NESSA CARA"
"Parabéns Patrícia... quer dizer Miriam




"
"Parabéns pelo livro. E o Prêmio Guardiã da Verdade ?"
"Parabéns, Amélia do Pau-oco (ainda bem que não é maciço, né?)
"
"Tá... Parabéns, mas esse sorriso é de quem descobriu que compartilhou FakeNews em relação ao prêmio à mãe das FakeNews, Mello!"
"Miriam mentindo até para o espelho??? Acorda menina."
"Parabéns Miriam, agradeço as muitas alegrias que nos deu esse ano, da mediunidade marinho à celebração da fakenews vc é a melhor no que faz, valeu "
Ataques pessoais, como "Mulher esquisita" e "canalha" foram comentários pouco curtidos e nem de longe representaram parte significativa das respostas, que se dividiam em críticas a conduta profissional, lembranças de seu passado terrorista e memes.
Curiosamente, Thaís, que classificou críticas e piadas contra Miriam Leitão como "ódio", curtiu tuíte que chama a ministra Damares Alves de "desgraçada"...
Das 446 curtidas analisadas, grande parte era sobre feminismo, animais e tuítes corporativistas louvando jornalistas como ela própria e apontando perseguições e restrições imaginárias.
Dos tuítes políticos, 70 eram sobre Bolsonaro. Todos negativos, que iam de críticas e previsões pessimistas a ligações de fatos positivos a histórias negativas.
Várias das postagens tinham relação com acusação de "rachadinha" envolvendo Fabrício Queiroz, então assessor de Flávio Bolsonaro.
Apenas 1 (uma) curtida mencionava outros membros da assembléia legislativa com movimentações apontadas como suspeitas pelo COAF, entre eles membros do PT , PSOL e PSB, que movimentaram dezenas de vezes mais dinheiro que Queiroz.
Outro curtida solitária zombava de Michel Temer.
Entre 17 de dezembro e 27 de janeiro de 2019, período mais movimentado por causa da posse presidencial, Thaís curtiu centenas de tuítes críticos a Bolsonaro, sua família e seus ministros, enquanto, no mesmo período, só curtiu dois críticos a políticos de esquerda. Um que criticava Maria do Rosário por ligar Bolsonaro a um miliciano em foto que ele posava com um ator de Tropa de Elite, e outro que apontava que "empresária admite compra de elogios fake para o PT".
Durante o mesmo período a jornalista curtiu postagens de Marcelo Freixo, do PSOL e tuítes simpáticos a Jean Willis, do mesmo partido.
Críticas a eleitores de Bolsonaro também renderam likes da jornalista, assim como críticas ao humorista Gentili, por ter apoiado o candidato.
O humor involuntário passou despercebido pela jornalista. Thaís não notou que ela age da mesma forma que o humorista
Catraca Livre e Quebrando o Tabu também ganharam curtidas da jornalista, assim como contas satíricas criticando a direita, como "jovens reacionários" e Déia Fanfiqueira — que se refere ao ataque sofrido por Bolsonaro como "suposta tentativa de assassinato", enquanto promove tuítes que prometem processar pessoas que "insinuam ligação de Jean (Wyllis) com Adélio Bispo".
Thaís curtiu diversos tuítes sobre feminismo, incluindo alguns que celebravam a violência.
Nenhum veículo, personalidade ou jornalista conservador ou de direita recebeu likes da jornalista.
É normal que a atenção da jornalista fique focada no presidente, mas não deixa de ser curioso que, no período analisado, não haja uma única curtida em tuítes minimamente simpáticos a Bolsonaro, seus aliados ou apoiadores, apesar de toda a atenção dispensada a eles por Thaís.
Voltando ainda mais longe, até o dia 30 de novembro, as curtidas políticas diminuem em frequência, mas continuam críticas a Bolsonaro e sua família, com apenas uma menção a corrupção durante o governo Temer.
Nenhuma crítica adicional (além das duas anteriormente mencionadas) a esquerda foi curtida pela jornalista de 30 de novembro a 27 de janeiro. Novas acusações contra Lula em delação de Palocci, Haddad ter se tornado réu por novas acusações de corrupção, novas acusações contra membros do PT, PSB, PSOL... absolutamente nada.
A pesquisa foi conduzida até 12 de novembro de 2018. As postagens políticas tiveram frequência reduzida, mas as curtidas continuaram se fixando apenas em Bolsonaro. Com likes críticos a família e a campanha (como "17 indícios de irregularidades em prestação de contas de Bolsonaro"). No mesmo período Fernando Haddad se tornou réu em mais um processo de corrupção e formação de quadrilha, fatos que não renderam uma única curtida por parte da jornalista.
Aqui, a jornalista se refere a Miriam Leitão e seu tuite sobre o lançamento do livro O Mistério do Pau Oco:
O que a jornalista classifica como "destilando um ódio assustador" era, em sua absoluta maioria, simples crítica ao trabalho jornalístico de Miriam — que na última eleicão mais pareceu ativismo militante — e menções ao seu passado de terrorista.
Alguns dos exemplos mais curtidos retirados do tuíte de Miriam Leitão:
"VOCÊ EXALA ODIO PELO PRESIDENTE ELEITO, FICA ESPALHANDO FAKE NEWS E ACHA QUE O POVO NÃO ENXERGA SEU CINISMO?! TOMA VERGONHA NESSA CARA"
"Parabéns Patrícia... quer dizer Miriam





""Parabéns pelo livro. E o Prêmio Guardiã da Verdade ?"
"Parabéns, Amélia do Pau-oco (ainda bem que não é maciço, né?)
" "Tá... Parabéns, mas esse sorriso é de quem descobriu que compartilhou FakeNews em relação ao prêmio à mãe das FakeNews, Mello!"
"Miriam mentindo até para o espelho??? Acorda menina."
"Parabéns Miriam, agradeço as muitas alegrias que nos deu esse ano, da mediunidade marinho à celebração da fakenews vc é a melhor no que faz, valeu "
Ataques pessoais, como "Mulher esquisita" e "canalha" foram comentários pouco curtidos e nem de longe representaram parte significativa das respostas, que se dividiam em críticas a conduta profissional, lembranças de seu passado terrorista e memes.
Curiosamente, Thaís, que classificou críticas e piadas contra Miriam Leitão como "ódio", curtiu tuíte que chama a ministra Damares Alves de "desgraçada"...
Vera Magalhães e Demétrio Magnoli chamam de anti-sociais os brasileiros empobrecidos e famintos saindo às ruas para trabalhar durante isolamento por Corona
Demétrio Magnoli, que oferece suas boçalidades prentensiosas sobre todo e qualquer assunto — de questões sanitárias ao conflito árabe-israelense — escreveu um de seus textos mais moralmente repreensíveis ao criticar os brasileiros famintos que saem para trabalhar apesar da "quarentena" imposta por governadores irresponsáveis.
O articulista da Folha, sem nenhuma vergonha ou bom-senso, como de costume, acusa os "não confinados" de sabotarem os "sacrifícios" que faz, entre eles a falta que sente d ir ao shopping Iguatemi, aos seus restaurantes preferidos e viajar.
Como não poderia deixar de ser, Vera Magalhães, a "jornalista" que é fervorosa defensora da quarentena gourmet (financiada com quase 800 mil reais de impostos dos paulistas através de João Doria), foi ao Twitter endossar o lixo escrito por Magnoli.
Nenhum deles, recebendo polpudos salários, é capaz de sentir qualquer empatia pelas dezenas de milhões de brasileiros famintos trancafiados em casa sem salário e sem emprego, com filhos e parentes passando fome. Bom, a menos que estes sejam entregadores dos serviços de aplicativo. Estes têm seu apoio e podem continuar trabalhando, trazendo comida e compras para a casa dos abastados jornalistas.
O articulista da Folha, sem nenhuma vergonha ou bom-senso, como de costume, acusa os "não confinados" de sabotarem os "sacrifícios" que faz, entre eles a falta que sente d ir ao shopping Iguatemi, aos seus restaurantes preferidos e viajar.
Como não poderia deixar de ser, Vera Magalhães, a "jornalista" que é fervorosa defensora da quarentena gourmet (financiada com quase 800 mil reais de impostos dos paulistas através de João Doria), foi ao Twitter endossar o lixo escrito por Magnoli.
Nenhum deles, recebendo polpudos salários, é capaz de sentir qualquer empatia pelas dezenas de milhões de brasileiros famintos trancafiados em casa sem salário e sem emprego, com filhos e parentes passando fome. Bom, a menos que estes sejam entregadores dos serviços de aplicativo. Estes têm seu apoio e podem continuar trabalhando, trazendo comida e compras para a casa dos abastados jornalistas.
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